O livro conta a história de um menino cego, chamado Toni, que apesar de sua deficiência visual, pode fazer tudo o que ele quiser. É inteligente, excelente nadador, e também possui uma grande habilidade com computadores.
Recordando-se das palavras de sua mãe, acaba se envolvendo num caso muito perigoso ligado à prisão do contador da escola, Seu Afonso, pai de Carla.
Como um homem correto poderia sabotar a escola onde trabalha como contador? Será que há relação entre o desfalque e o acidente sofrido pela filha do diretor da escola? Essas e outras indagações são parte do mistério que Toni e Carla terão que resolver para inocentar Seu Afonso.
Após a leitura do livro O Grande Desafio, os alunos da 6ª série do Colégio JK receberam uma visita muito especial: João Eudes e Sheila, deficientes visuais. João e Sheila foram entrevistados pelos alunos, respondendo às dúvidas e trazendo relatos sobre sua vivência, potencial, dificuldades e perspectivas.
Para saber mais, leia as produções dos alunos sobre essa grande experiência e não se esqueça de conferir as fotos .
João Eudes e Sheila são deficientes visuais que vieram ao Colégio JK dar uma entrevista aos alunos da 6ª série e contar um pouco sobre a vida que levam.
Sheila tem um cão-guia que se chama Dino a ajuda bastante no dia-a-dia e que também é muito dócil e fofo que se chama Dino.
O João não tem cão-guia, mas mesmo assim enfrenta seu dia-a-dia numa boa com a ajuda de uma bengala.
Eu particularmente gostei da vinda dos deficientes ao colégio, porque pude ver o lado deles sobre o preconceito, as dificuldades, as superações de cada um e mais do que nunca a certeza que os deficientes visuais têm a capacidade de ser bem sucedidos e felizes na vida pessoal e profissional.
Williane Oliveira 6ª “A”
Eu adorei a visita do João, da Sheila e do Dino, eu aprendi muito com eles, que as leis são diferentes e que responderam as minhas dúvidas de é ter esse problema, até fizemos carinho No meu amigo Dino, e sem querer deu uma rabada no meu amigo e foi bem legal a visita dos três.
Jeferson Silva 6ª “A”
Após descermos para a biblioteca encontramos dois deficientes, chamados João Eudes e Sheila, acompanha pelo seu cachorro: Dino.
Depois de um tempo começamos a entrevista eles respondiam todas elas só que bem explicado, bom eu não entendi muito bem.
Ao terminarmos a entrevista o Dino foi solto e nós brincamos muito com ele. Então essas perguntas nos trouxe uma lição que nos respeitar os necessitados, ajudar eles a terem uma vida melhor.
Victor 6ª “A”
Eu gostei muito da visita dos deficientes visuais, eu aprendi que a vida de um deficiente visual não é nada fácil, muitas pessoas têm preconceitos e outras sentem pena, e isso não é legal porque os deficientes são pessoas como nós.
Eles são muito atenciosos, eles responderam as perguntas, e deu para perceber que a vida deles não é nada fácil.
Mayara Cristina 6ª “A”
Os cegos que vieram ao Colégio JK, João e Sheila, responderam a todas as nossas perguntas com bom humor, Sheila tem um cachorro guia chamado Dino, já o João não. Durante as perguntas eles nos mostraram coisas que usam em seu dia-a-dia. Uma calculadora e um celular que falam os números e todas as ações executadas por eles. No final, todos saíram pensando diferente sobre suas vidas, como é difícil não enxergar, só imaginar as coisas.
Leonardo Freitas Gomes Santos 6ª “A”
Convidamos para a escola, os amigos da professora Fernanda, João Eudes e Sheila que eram deficientes visuais. Ao chegarmos conhecemos João, Sheila e Dino o cão guia da Sheila.
Conhecemos um pouco da vida de cada um e fizemos perguntas como: quando eles sonham se eles enxergam alguma coisa? Se eles voltassem a ver qual a primeira coisa que gostariam de ver? Se já nasceram cegos ou desenvolveram depois de alguns anos? Etc.
No final fomos cumprimentar João Eudes e Sheila e conhecemos alguns aparelhos de João como, a calculadora, o celular e a bengala. Conhecemos também o cão, Dino. No final sai com outro pensamento sobre os deficientes.
Luiz Gonzaga de M. Neto 6ª “A”
Para mim a vinda deles aqui foi boa, sai do colégio com uma nova “visão” da vida.
Essa nova “visão” no sentido da gente reclamar da vida, que não tem celular ou que “ah que filme chato, o cinema não presta” ou “eu gostaria de nunca mais ver tal pessoa”.
Nós reclamamos muito, sendo que tem muita gente dando de tudo pra ver nem que fosse o pior filme do mundo ou ver uma pessoa mesmo que esteja brigado com ela.
Acho que essa visita foi um exemplo para a gente.
Sofia 6ª “A”
Na quarta- feira eu e minha turma fomos a biblioteca ver duas pessoas que tinham deficiência visual, eles eram pessoas muito gentis e uma delas tinham um cachorro muito massa, brincalhão e eles tinham uns instrumentos como celular que fala e calculadora que também fala.
Eles responderam todas nossas perguntas com um jeito bom de entender, agora eu também entendo como deve se ter uma deficiência visual e que o Brasil podia acabar com os preconceitos de todo tipo como esse, a cor, raça, religião e deficiência etc.
A gente pode melhorar isso só bata querer e ter força de vontade.
Miguel de Oliveira 6ª “A”
Na vinda do João e da Sheila aprendemos a ver o mundo de outra forma.
Eles nos mostraram um celular e uma calculadora diferente do que a gente vê no dia-a-dia.
O Dino o cão guia da Sheila é muito lindo, ele é muito brincalhão.
E eu aposto que essa visita pode mudar a nossa visão da vida pois quando tem gente que não acha vaga, e para na vaga de deficiente, só porque vai e volta rapidinho, eles tem que pensar que sempre tem uma rampa perto dessa vaga, e a qualquer momento algumas pessoas, com qualquer deficiência pode precisar, e essa falta de compreensão tanto da sociedade quanto a do governo é o pior obstáculo para essas pessoas enfrentarem.
Letícia Morais 6ª “A”